Novas Terapias Mostram Promessa para a Doença Hepática Alcoólica Fatal
Revisão identifica tratamentos inovadores para hepatite alcoólica grave, incluindo fatores de crescimento e estratégias de transplante precoce.
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Revisão identifica tratamentos inovadores para hepatite alcoólica grave, incluindo fatores de crescimento e estratégias de transplante precoce.
Pesquisadores identificam a síndrome MMM — uma reação imune rara, porém letal, que afeta o coração, os músculos e os nervos de pacientes com câncer.
A troca plasmática terapêutica surge como potencial tratamento para a síndrome de taquicardia postural grave com características autoimunes.
Grandes avanços nos cuidados intensivos hepáticos melhoram as taxas de sobrevivência e o acesso a transplantes para pacientes em estado crítico.
Cientistas usam organoides renais para testar plasma de pacientes e prever a recorrência de glomeruloesclerose segmentar e focal após transplante.
Revisão abrangente revela abordagens inovadoras para o manejo da síndrome de falência hepática fatal com melhores desfechos em transplantes.
Revisão abrangente explora técnicas de plasmaférese para remoção de componentes sanguíneos prejudiciais e potenciais benefícios terapêuticos.
Meta-análise com 5.336 pacientes demonstra que a troca terapêutica de plasma melhora significativamente a sobrevida na insuficiência hepática aguda sobre crônica.
Revisão constata que plasmaférese, insulina e heparina não melhoram os desfechos na pancreatite grave induzida por triglicerídeos.
Outrora quase sempre fatal, a púrpura trombocitopênica trombótica agora apresenta taxas de sobrevivência de 95% graças a tratamentos direcionados e aos avanços no diagnóstico precoce.
Ensaios clínicos recentes revelam terapias inovadoras que têm como alvo as vias do complemento e a degradação de anticorpos para uma recuperação mais rápida da SGB.
Diretrizes atualizadas para a doença anti-MBG mostram como a plasmaférese combinada à imunossupressão melhora drasticamente as taxas de sobrevivência.